"... Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou." Ef. 4:32.
Nós somos rodeados de pessoas boas, mas infelizmente damos muito mais importância as pessoas desagradáveis que se aproximam, não porque queremos ajudá-las, mas sim porque nos incomodam de tal forma que todas aquelas pessoas boas parecem insignificantes.
As situações desagradáveis são tão revoltantes que nos esquecemos de valorizar os bons momentos.
E por que agimos assim? Todos agem assim mesmo?
Pode ser que existam pessoas que já aprenderam a conviver com as diferenças de maneira extremamente harmoniosa, pessoas que não se abalam. Porém todos nós já vimos alguém com este problema ou em um dia sequer da vida fomos assim.
Eu acredito que o primeiro passo é entender que nós somos diferentes, reagimos diferente, enxergamos diferente e nada fará isto mudar.
Depois lembrar que estamos rodeados de pessoas boas como foi citado no início, olhe ao seu redor e veja. Na postagem anterior escrevi que Deus se importa conosco e que sempre coloca pessoas em nosso caminho para nos abençoar, basta abrir os olhos e o coração.
Em seguida compreender que essas pessoas que lhe parecem desagradáveis necessitam de ajuda assim como você. Nós precisamos uns dos outros, não podemos viver isolados. No sentido de que um completa o outro, naquilo que eu não sou boa, você é.
Pra começar a sociedade caminha em conjunto, o agricultor planta, colhe e vende para os mercados que por sua vez vende para nós consumidores que para prepararmos o alimento necessitamos de alguns meios como água, energia, fogão, geladeira enfim n's coisas que vão se somando dentro dos nossos lares. Para o comércio funcionar depende que o movimentemos comprando e vendendo essas coisas das quais necessitamos o que gera uma corrente econômica e assim movimentam-se também os bancos, as financeiras e tudo mais.
Pode parecer bobeira, mas a mensagem é: Nós precisamos uns dos outros, de uma maneira inevitável, o funcionário precisa do patrão e o patrão mesmo que não admita precisa do funcionário e assim por diante.
Como negar essa necessidade existente? Se o mundo compreendesse que essa precisão não parte dos laços econômicos mas é gerada muito antes atravéz do trabalho em equipe, da luta por um bem comum tudo seria melhor. "...certos de que cada um, se fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer seja livre."
A maior prova de que a grande maioria não quer viver só é o matrimônio. Antes de qualquer coisa ele só deseja uma companhia sincera.
As nossas diferenças são o que nos une.
É concordo, não é nada fácil, escrever é bem mais, mas talvez focar este ângulo pode nos ajudar a vizualizar melhor esta questão.
Keidma
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